Sou Iara Lima, pesquisadora e artista têxtil. Minha pesquisa gira em torno do bordado como ato de memória, resistência e devir.
Formada em Biblioteconomia e Ciência da Informação, encontrei nos arquivos, nos museus e nas tramas da memória a linha que me move: o bordado.
Aqui compartilho minhas exposições, meus textos de pesquisa e os pensamentos que os artigos acadêmicos não comportam. Também escrevo sobre ciclos, lua, tarô, botica e o devir que me transforma a cada ponto.
Bordar é um ato de espera. E espera, aqui, vira ponto.
Sobre o logo, o círculo foi usado para representar um bastidor circular. As iniciais IL no centro, envolvido por um devir bordado. Nos intervalos, temos um galho de arruda – para proteção e um galho de alecrim – para elevar a vibração, plantas que se equilibram. As cores são: deep purple plum (o mistério da noite e a conexão do Ori), creme (o tecido de algodão cru a espera dos primeiros pontos) e verde (as ervas). O símbolo apresenta o devir: o que se torna ponto a ponto, ciclo a ciclo.
