Meraki

  • Embryodead e Embroidery

    Às vezes, um texto nasce de um erro. Já faz um bom tempo, estava eu fuçando pelo Spotify e encontrei uma música chamada Embryodead. Mas meus olhos leram outra coisa e por alguns segundos, li Embroidery. Sorri quando percebi o engano, só que a palavra não saiu mais da minha cabeça. Tenho reparado que isso acontece comigo…

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  • Para onde este blog está caminhando?

    Quando este espaço nasceu, eu o chamava simplesmente de blog. Hoje já não tenho tanta certeza de que essa palavra seja suficiente. Ainda existe um blog, claro! Continuo escrevendo textos, publicando pesquisas, compartilhando descobertas e costurando perguntas que aparecem no caminho. Mas, olhando para tudo o que foi sendo construído ao longo dos últimos meses,…

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  • 30 de julho: o dia em que o mundo borda!

    Dia 30 de julho. Em algum lugar de São Tomé e Príncipe, alguém começa um novo bordado. Em uma biblioteca no Canadá, um grupo se reúne para costurar e conversar. Na Inglaterra, um museu abre espaço para oficinas. Em diferentes cidades do Brasil, agulhas atravessam tecidos, mãos se encontram e histórias continuam sendo contadas. Talvez,…

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  • O conflito entre identidade acadêmica e identidade pessoal

    Durante a graduação, minha professora Dr. Silvia costumava começar algumas aulas com música. Não era para analisar a melodia nem descobrir quem era o artista, era para prestar atenção na letra e depois, conversávamos sobre o que aquele texto despertava em cada um de nós. Naquele momento eu não sabia, mas estava aprendendo uma forma…

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  • Meraki

    Quem estudou Biblioteconomia sabe que classificar nunca é uma tarefa simples. E eu estava com um problema de classificação que me recordou as aulas sobre Paul Otlet. Aqui, neste espaço, existem textos científicos, ensaios, relatos, receitas… E existem aqueles que simplesmente não cabem em nenhuma dessas categorias. Foi tentando organizar este blog que encontrei uma…

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  • O coelho, a lua e o avião que caiu do céu

    Preâmbulo: Este texto, quando foi escrito, trabalhava uma expressão que hoje já não reflete o direcionamento que o projeto Devir Bordado assumiu. Porém, o conteúdo aqui descrito é de extrema importância como via de expressão de minha parte; portanto, seguirá sem nenhuma alteração, pois possui como fundamento principal fornecer acolhimento, mesmo que a fonte de…

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  • Por que eu bordo?

    As pessoas que bordam têm a resposta pronta, e a grande maioria vai dizer que era para ocupar o tempo, mas há uma parcela que vai falar em saúde mental. Tenho a impressão de que bordar sempre fez parte de mim, não porque alguém me ensinou, ás vezes sinto como se eu já tivesse nascido…

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