devir
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Para onde este blog está caminhando?
Quando este espaço nasceu, eu o chamava simplesmente de blog. Hoje já não tenho tanta certeza de que essa palavra seja suficiente. Ainda existe um blog, claro! Continuo escrevendo textos, publicando pesquisas, compartilhando descobertas e costurando perguntas que aparecem no caminho. Mas, olhando para tudo o que foi sendo construído ao longo dos últimos meses,…
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Por falar em serpentes…
Anteriormente já teci algumas reflexões sobre a ciclicidade do devir e sobre uma das imagens que mais me fascinam quando penso nos processos de transformação como espiral e Ouroboros, a serpente que morde a própria cauda. Hoje quero continuar essa conversa por outro caminho, apresentando outra serpente de uma tradição completamente diferente, a Kundalini. Embora…
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Hórus e Matinta
Quanto mais observo o mundo, mais encontro imagens que falam sobre transformação em diferentes culturas, mitologias e tradições simbólicas. Não porque elas contem a mesma história, mas porque parecem tentar responder, cada uma à sua maneira, a uma pergunta profundamente humana: como nos transformamos sem deixar de ser quem somos? É assim que leio os…
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Devir é cíclico?
Depende. Quando falamos em devir, estamos falando de transformação, mas transformação não significa um caminho reto. Muitos processos da vida retornam continuamente, ainda que nunca da mesma maneira, é justamente por isso que compreendo o devir também como um movimento cíclico, porém sem nunca fechar o círculo, mais como uma espiral ascendente. Diversas tradições religiosas,…
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O que é devir?
Devir é um verbo da língua portuguesa que significa tornar-se, transformar-se continuamente. Na filosofia de Gilles Deleuze, tornou-se um conceito central para pensar os processos de mudança. Indica processo de transformação. Para mim, é uma forma muito resumida de descrever minha vida em cinco letras. Olha que, como boa escorpiana, já nasci com aquele entendimento…
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Por que eu bordo?
As pessoas que bordam têm a resposta pronta, e a grande maioria vai dizer que era para ocupar o tempo, mas há uma parcela que vai falar em saúde mental. Tenho a impressão de que bordar sempre fez parte de mim, não porque alguém me ensinou, ás vezes sinto como se eu já tivesse nascido…